segunda-feira, 7 de maio de 2012

Cultura de Morte

Para muitas pessoas pode ser novidade, mas existe uma indústria do aborto que fornece material celular humano resultado de eliminações de fetos. Esse matertial é muito utilizado na produção de cosméticos milagrosos que prometem retardar o envelhecimento. As celulas fetais são novas e possuem um grande potencial de desenvolvimento, o que alimenta ainda mais a vaidade daqueles consumidores complexados e mal resolvidos com os sinais da idade.
Estamos avançando bastante na consciência ecológica, hoje as pessoas principalmente no mercado de luxo, aprenderam que não é chique utilizar peles de animais em seus artigos e acessorios de moda, agora precisamos avançar na conscientização das pessoas quanto ao custo humano dos produtos que consumimos. O filósofo Karl Marx já nos alertava em seu materialismo histórico ao denunciar o consumismo que alimentava uma indústria desumana que explorava o trabalhador nos processos de produção em massa. Quanto mais se consumia sem necessidade, mais se justificava uma produção maior. Hoje nossos paises ocidentais estão diante de uma oferta tentadora dos mercados chineses onde a produção em larga escala nem sempre respeita os direitos humanos básicos, todos sabem disso, mas continuam fechando suas fábricas em seus países de orígem para comprar o produto pronto e barato da china. Esse comércio alienaado tem justificado um franco processo de desvalorização da vida humana.
Na medida em que a consciência desse problema vai aumentando sem alterar a conduta do mercado essa cultura de morte vai sendo importada juntamente com as mercadorias
Quanto mais cresce o mercado alienado, mais diminui o valor da vida humana. Se não bastassem as condições escravisantes das linhas de produção chinesas, crianças tem sido eliminadas, porque são um impecílio para as economias. Uma mulher gestante atrapalha a empresa que a contratou, uma filha mulher pode não produzir bem, mais de um filho é um peso econômico para o estado sem contar a vaidade e tantos outros argumentos para se propor ao mundo o aborto.
Os movimentos feministas não se dão conta de que  a maternidade é um direito da mulher e que a cada dia isso está retirado delas. pode até ser que haja uma sensação de liberdade em tudo isso, mas a médio prazo a mulher mãe será coisa fora de moda já que há uma consideração equivocada da maternidade como um estado que desvaloriza a mulher. Ora, é justamente nisso que consiste a mais alta vocação e beleza da feminilidade. já nos dias de hoje parece ridículo ter mais de dois filhos, é sinal de falta de cultura, coisa de pessoas pobres que não tem acesso ao conhecimento. Aonde vamos chegar com isso?
O site do Terra noticiou hoje que carne de fetos humanos está sendo transformada em cápsulas energéticas e distribuidas nos mundo em grande quantidade confiraem: http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI5759756-EI8143,00-Capsulas+com+carne+humana+sao+apreendidas+na+Coreia+do+Sul.html 

terça-feira, 24 de abril de 2012

Não foi acidente

Todos nós estamos tristes e frustrados com os números negativos é claro de mortes e feridos, vítimas da ireesponsabilidade de motoristas embriagados. Muitos desses casos são protagonizados por jovens sem habilitação, menores de idade e até autoridades geralmente alterados pelo consumo de alcool. Via de regra, o crime é considerado culposo, ou seja, o motorista não teve a intenção de provocá-lo e assim respondem em liberdade. Mas nós não concordamos com isso, pois sabemos que quem dirige nessas condições assume o risco de matar e de morrer e isso é intencional.
Essa situação tem feito do trabalho de fiscalização e policiamento uma verdadeira piada: bêbados chegam a rir da cara dos policiais e se recusam a fazer o teste do bafômetro mesmo estando visilvemente embriagados, alguns sem condições de falar e nem de ficar de pé.
Se você não sabe como mudar isso vou te dar uma dica. Acesse o site www.naofoiacidente.com.br e assine o abaixo assinado. São necessárias 1.300.000.00 assinaturas e ainda faltam 900.000.00 para que uma petição seja enviada ao congresso exigindo uma mudança na lei com penas mais duras para desencorajar esses criminosos.
Faça sua parte acesse e assine, eu já assinei.

sábado, 14 de abril de 2012

Não há vida sem cérebro. Será?

Nessa semana uma importante decisão foi tomada pelo Supremo Tribunal Federal a respeito da gravidez de fetos anencefalos. Baseados no critério técnico de que não há vida na ausência de um cérebro, os ministros do STF decidiram pelo “direito” da mulher em interromper a gravidez nesses casos.

Mas o que se julgou ali? Entidades feministas celebraram esse dia como uma libertação, no entanto, não é preciso ser feminista para se defender a mulher, garantir sua dignidade é dever do estado. Por traz desses movimentos feministas há questões muito mais agressivas que com a desculpa de defender direitos acabam por descaracterizar a presença feminina na sociedade, chegando muitas vezes a colocá-la em oposição ao masculino.
A conclusão do STF de que não há vida sem cérebro é altamente contraditória, já que os próprios profissionais da medicina falam de uma “morte” da criança logo ao “nascer”. Ora, não se pode falar em morrer e nascer sem supor uma vida. Uma criança sem cérebro é um vida no seu estado mais frágil e justamente por isso, o estado deve agir em defesa dela e não ao contrário como ocorreu.

Apresentar a gravidez anencefálica como uma “tortura” para a mulher foi um argumento baixo para provocar comoção e justificar a insensibilidade e a incapacidade de olhar a vida humana na sua fase mais tenra. Não se trata de direito da mulher antes de se tratar do direito da criança que está viva e mesmo que sua vida seja breve tem o direito de vivê-la e merecer o carinho e a atenção de sua mãe e de seu pai. Pode-se questionar então que condições de dar carinho uma mãe pode ter nessa circunstancia, aí entramos na questão central: não sabemos o que é a vida. Para muitos a vida é aquilo que nos agrada e nos recompensa. Uma criança saudável nos recompensa, mas aquela que é deficiente e não nos reconhece, não tem nada para nos oferecer e então são fardos pesados difíceis de serem aceitos e fáceis de serem eliminados. As mães não amam, porque não sabem a verdade do que se passa entre ela e essa criança, não foi preparada para admirar a vida em seu mistério no qual ela vale por si mesma.
A mãe de uma criança anencefala não é mãe? Dar à luz nessas circunstâncias não é viver a experiência da maternidade?

Por traz dessa incapacidade de amar a vida frágil está uma cultura de morte que seleciona pessoas e não se preocupa em ensinar a arte de amar. Pessoas conversam com plantas e chamam cachorros de bebês, embora esses seres sejam dignos de nosso amor e respeito, quanto mais digno disso são aqueles seres humanos, frutos nossos que não tiveram da natureza a possibilidade de viver intensamente, mas apenas alguns meses frágeis e indefesos. Se soubéssemos amar a vida assim, que valor não daríamos a ela em toda a sua intensidade nos olhos dos nossos semelhantes que nos cercam a todos os instantes?
Tirar o filho da barriga de uma mulher mesmo que esse seja anencefalo, não é uma solução para ela, pois a priva da experiência de amar o fruto de sua própria vida. Pode até ser alívio para ela, mas é alívio maior ainda para quem não se importa com sua dimensão ontológica humana e que com base em reflexões meramente técnicas decidem em seu lugar.
A mulher tem o direito de aprender a amar na gratuidade que este afeto se oferece e se ela não o sabe, isso é um problema de todos nós, mas se o estado não se presta a isso, como pode prestar-se a julgar suas conseqüências?

As mulheres sabem muito bem que essa decisão do STF tira quase que totalmente o direito daquelas que decidirem levar adiante sua gravidez nesses casos, basta verificar o preconceito que elas já sofrem por parte dos médicos quando decidem ter mais de dois filhos. Nossa sociedade considera como atrasadas e pobres de cultura, as mulheres que não utilizam anticoncepcionais mesmo quando casadas. E os médicos são, na sua maioria, desrespeitosos com elas nesse assunto. Como agirão esses mesmos profissionais diante de uma mãe que decidir amar seu filho e viver sua gravidez mesmo sabendo que ele não tem cérebro?
Lamento profundamente que o Supremo Tribunal Federal tenha assim decidido sobre essa matéria, pois tomaram o caminho mais fácil, abdicando de um esforço racional mais profundo que poderia com toda a certeza nos conduzir a todos a uma compreensão mais clara e mais acertada sobre tão importante questão.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Lei da Flexão de Gênero - muuuiitoo importante.

Num país carente de reformas fundamentais como a política, a fiscal, a tributária, da previdência, do judiciário o que conseguimos foi uma reforma ortográfica que não serviu para nenhum avanço cultural, mas que de uma hora para outra tornou todo o acervo de nossas bibliotecas simplesmente arcaico e desatualizado.
Recentemente a Presidenta da República– ou será a Presidente?- juntamente com o ministro da educação Sr Aloisio Mercadante sancionaram uma lei que obriga o emprego da flexão de gênero nas descrições das profissões. Por exemplo: o presidente, a presidenta. Obrigando assim as faculdades a refazer os diplomas já emitidos quando solicitado pelas alunas já formadas. A lei é de autoria da senadora Serys Slhessarenko. Bom, ou isso é uma brincadeira de quem não tem o que fazer ou uma forma de dizer que nós brasileiros não temos bom senso, afinal, criar uma lei para nos ensinar a falar é uma aberração. Talvez a presidenta esteja se sentindo mal com isso e resolveu criar uma leizinha para melhorar sua auto-estima, e como o ministro da educação já resolveu todos os problemas do ENEM e a educação brasileira está ótima, por que não afagar o ego da governanta?
A verdade meus amigos é que isso não serve para nada é mais uma aberração dessa política medíocre da qual infelizmente dependemos. Nós Sabemos que para os casos em que o qualificativo não é feminino nem masculino basta o emprego correto do artigo, por exemplo: o dentista, a dentista. Com essa lei então ficaria assim: a dentista, o dentisto? O carteiro, a carteira? E no caso de cabo da polícia: o cabo, a caba? Como tratar então a patente de general?
Olha, é uma besteira tão grande isso que eu me sinto envergonhado de saber que precisamos de tantas coisas urgentes que poderiam de fato mudar a vida das pessoas para melhor ou pelo menos diminuir o sofrimento e estamos encontrando tempo para essas palhaçadas.
O povo brasileiro, embora receba tão pouco da educação pública, sabe muito bem distinguir os gêneros e é uma ofensa à sua inteligência criar uma lei com esse teor insignificante.